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terça-feira, 6 de outubro de 2015

Scream - Resenha


Já perceberam que estamos tendo um "remember" de filmes clássicos da nossa infância/adolescência? Clássicos infantis em versão live action, novas versões de sucessos do cinema e claro novas séries inspiradas em clássicos. E podemos dar uma ênfase aos adorados (sim, eu sou viciado nesse gênero!!) thrilers de terror.
Recentemente tivemos as estreias de SCREAM (estreia recente no Brasil, pois nos EUA foi em Junho) e SCREAMING QUEENS, ambas baseadas nos filmes de sucesso dos anos 2000 como Pânico, Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado, e companhia. Mas hoje vamos falar especificamente sobre SCREAM.
A série produzida pela MTV teve estreia nos EUA no final de Junho deste ano e chegou ao Brasil no dia 1° de Outubro pela Netflix. A série como o próprio nome indica é baseada na trilogia (sim, eu sei que tiveram mais de 3 filmes, mas os principais mesmo foram apenas 3, uma vez que o 4 se passa em outra década e com outros personagens) Pânico que foi lançada entre os anos de 1996 e 2000. No filme uma série de assassinatos começa a ocorrer entre os alunos de uma universidade e as mortes giram em torno de um grupo de adolescentes (interpretados por atores adultos, vai entender neh...) que se mesclam entre possíveis vitimas e suspeitos. O assassino utiliza uma mascara branca para atormentar os  alunos e esconder sua identidade.
Sou obrigado a confessar que a sinopse da série não me atraiu de inicio. Apesar de gostar muito do gênero eu estava meio que saturado desse enredo clichê. Porém como a série chegou completinha no Netflix e eu recebi diversas recomendações para assisti-la (obrigado Carina Sabão em Pó, Lucas e J.P), resolvi dar uma chance ao primeiro episódio. E sim queridos amigos e leitores, acabei me vendo em uma maratona inesperada e quando o sol raiava eu estava vendo o ultimo episódio.
O enredo não foge do clichê. Um crime abala uma cidade e 20 anos após a "solução" dele diversos fatos trazem a tona o crime que não foi completamente resolvido. Um grupo de amigos se vê em meio as vitimas do assassino enquanto uma das personagens descobre que tem ligações diretas com as vitimas do assassinato original. Mas o que a torna original e interessante é aliar esse enredo tão explorado a informações completamente novas como cyberbullying, lesbofobia, tecnologia e outros aspectos da nossa atualidade.
A série já teve sua segunda temporada confirmada para Abril de 2016 mas ainda sem mais informações de estreia. Está aí mais uma série a entrar para o nosso calendário Netflix de Series Aguardadas de 2016.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Fatality?!!


E depois de muito ser anunciado o novo Mortal Kombat foi lançado. O jogo Mortal Kombat X chegou as lojas esta semana, e está dando o que falar não só no mundo dos games.



O jogo começou gerando uma grande repercussão devido a dublagem realizada pela cantora Pitty. A Warner realizou o convite para que ela dublasse a personagem Cassie Cage filha dos personagens veteranos Sonya Blade e Johnny Cage.


Pitty aceitou o convite e entrou para o time de dubladores do jogo e quando veio a mídia os áudios do jogo, principalmente no modo história, ficamos meio que surpresos com o resultado. A cantora, que não não é uma dubladora profissional, não possui técnica de dublagem muito menos experiencia (além de algumas dublagens realizada para MTV e para um jogo da cantora que foi lançado nos meados de 2006, 2007). O forte sotaque da cantora ficou bem diferente do esperado para o visual da personagem e isso acabou gerando uma novela na internet. Alguns vídeos foram divulgados com a compilação de todas as falas de sua personagem, e neste vídeo a impressão que temos ao assistir/ouvir todas as falas do jogo é de total vergonha alheia, pois fica muito estranho.



Porém após assistir ao vídeo eu tive acesso a outros vídeos que mostram as falas dentro do contexto do jogo, ou seja, não apenas todas as falas costuradas, mas dentro de cada luta e seu contexto. E para minha surpresa não há nada de vergonhoso. A dublagem ficou normal, pelo menos pra mim que não sou gamer (até sou, mas não de Mortal Kombat e jogos de lutas) e não tenho tanto convívio com as outras dublagens do jogo neste e nas outras versões. O vídeo que consta todas as falas parece realmente uma piada, pois fica muito estranho imaginar aquelas falas e a voz de Pitty na personagem em questão. Mas dentro do contexto do jogo ficou super normal, pelo menos na minha opinião.

Nem todos acharam normal e até petição pra retirar a dublagem da cantora está rolando na internet. Parece que as pessoas tem muito tempo mesmo pra se preocupar com isso enquanto tem tanto problema mais importante nesse país. Mas enfim, quem não quiser ouvir a voz da cantora pode jogar no mute, jogar a versão em outro idioma ou aproveitar o jogo que é o mais importante do que as vozes dos personagens. Até por que é um jogo de luta e não o jogo do The Voice.

Além da polemica da dublagem tivemos também a repercussão da divulgação de um personagem gay no game. Alguns jogadores entraram em contato com NetherRealm, desenvolvedora do jogo, para confirmar que o personagem Kung Jin seria gay. O diretor cinematográfico Dominiac Ciancialo confirmou em seu Twitter com a seguinte declaração: "Vejo que algumas pessoas perceberam a sutil exposição no flashback de Kung Jin. Fico feliz em ver que temos fãs observadores".

O que dá pra se perceber é que alguns dos jogadores estão mais preocupados com detalhes nada importantes do que em jogar o game tão esperado. A voz de uma personagem pode até ser importante, mas a sexualidade de um deles é a coisa mais banal que se poderia imaginar.



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